Resiliência aplicada na carreira

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Resiliência aplicada na carreira

Resiliência é um desses termos que viram moda em gestão. Começamos a usar e muitas vezes carecemos de maior reflexão. Lembro que a primeira vez que escutei o termo logo me foi apresentado sua origem nas propriedades físicas de materiais. O tal conceito de suportar pressão e voltar à sua forma de origem.

De fato, faz todo sentido o conceito de materiais na sua abstração para os profissionais e os ambientes corporativos. Alto nível de pressão, incertezas e volatilidade. Todos conectados aumentam essa demanda por um profissional resiliente. O ambiente de crise, a necessidade de estratégias emergentes e a pressão por resultados em cenários que são pouco estáveis dificultam a tarefa de manter nossa forma de origem ao longo desses ciclos.

O profissional precisa de resiliência

Aqueles que não lidam bem com a pressão, saem do eixo, perdem seu balanço, e eis um risco alto para os profissionais e as empresas. Todos perdem.

Assim sendo, buscar o desenvolvimento do tal profissional resiliente deve ser encarado como um objetivo de carreira. Envolve um mindset, um modelo mental. E nesse sentido o conceito de resiliência é limitado para nos ajudar a desenvolver tal atributo. É preciso entender práticas que nos ajudam nesse caminho.

Uma leitura que me ajudou a ver essa questão com maior precisão foi o artigo de Diane Coutu, no livro coletânea sobre Gestão Pessoal.

Uma boa forma de definir resiliência

No artigo, relaciona-se a resiliência com três práticas:

Um bom investimento na carreira para profissionais que queiram ser bem-sucedidos é desenvolver essas três práticas. Para as empresas comprometidas com o desenvolvimento de seus profissionais cabe ajudá-los nesse caminho.

“Sucesso é a capacidade de ir de um fracasso a outro sem perder o entusiasmo” [i]

Na forma como Churchill nos apresentou a definição de sucesso, ser resiliente é essencial.

[i] Referência  a Winston Churchill

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